quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Vila Real tem três novos guardas-nocturnos


Três novos guardas-nocturnos iniciaram funções no dia 1 de Dezembro, juntando-se assim a outros quatro que actualmente já exercem a sua actividade em Vila Real.


As artérias e espaços públicos que integram as freguesias de São Dinis e São Pedro, concretamente a Zona Histórica (área 1) e a zona do Bairro Francisco Sá Carneiro, Mantas e zonas envolventes (área 6) vão estar mais protegidas sob a vigilância destes novos agentes que foram seleccionados num processo que envolveu a Câmara Municipal de Vila Real, a Polícia de Segurança Pública e a Associação Comercial e Industrial de Vila Real.


Refira-se que a actividade de Guarda-Nocturno é remunerada pelas contribuições voluntárias das pessoas, singulares ou colectivas, pelo que o contributo de todos, comerciantes e moradores, é bem-vindo considerando que a missão destes profissionais é aumentar os níveis de segurança de Vila Real, sempre em articulação directa com a PSP e a GNR.



quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Guardas-noctunos citados em literatura na blogosfera

"As ruas ainda languesciam entre neblinas e guardas-nocturnos quando chegámos à porta da rua. Os candeeiros das Ramblas desenhavam uma avenida de vapor, pestanejando ao mesmo tempo que a cidade se espreguiçava e se desfazia do seu disfarce de aguarela."

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Eis o resultado de uma iniciativa divisionista de guardas-nocturnos

Jorge Cavalheiro lamenta no seu blog (http://gn-venteiraeste.blogspot.com/) a fraca adesão dos guardas-nocturnos ao 1º Jantar de Natal:
"É com grande tristeza que verifiquei que não existe camaradagem nos Guardas-nocturnos...Temos 3 Associações (Associação Nacional de Guardas-Nocturnos, Corpo Nacional de Guardas-Nocturnos e o Sindicato dos Guardas-Nocturnos) e em vez de haver união estamos cada vez mais distantes uns dos outros, dos 3 dirigentes apareceu um."




Nota do editor deste blog:
Jorge Cavalheiro não percebe ou finge não perceber, que esta iniciativa, assim como a criação do Corpo Nacional de Guardas-Nocturnos e Sindicato Nacional do Guarda-Nocturno, em nada contribuem para a necessária união da classe, que o próprio diz defender.
Jorge Cavalheiro não percebe ou finge não perceber, que ao participar neste tipo de iniciativas, está, objectivamente, a contribuir para a desastrosa situação em que se encontra a classe.
Jorge Cavalheiro, enquanto membro suplente da direcção da Associação Nacional de Guardas-Nocturnos, deveria repudiar qualquer iniciativa levada a efeito fora do âmbito da mesma.
Quem quer a união da classe, não se envolve em iniciativas divisionistas que têm o único propósito de satisfazer vaidades pessoais, e não os problemas da classe.
Acham que quem está a dirigir a ANGN não serve?
Organizem-se e apresentem uma lista alternativa nas próximas eleições!

domingo, 18 de outubro de 2009

A Direcção Nacional da PSP empenhada em tramar os guardas-nocturnos, é a mesma que deixa acontecer isto:

Reportagem RTP1: Guardas-nocturnos de Aveiro

Guardas nocturnos com missão comprometida

Os guardas-nocturnos de Aveiro não têm uma arma de serviço, uma arma que, de acordo com a lei, deveria ser fornecida pelas forças de segurança. Têm apenas armas pessoais, mas que não podem ser usadas para defender terceiros, e perante isso, dizem estar comprometida a missão que lhes foi confiada.




in http://www.rtp.pt/homepage/

domingo, 11 de outubro de 2009

Política errada da Direcção Nacional da PSP

Enquanto a Direcção Nacional da PSP manda retirar as armas aos guardas-nocturnos, que as utilizavam para proteger as suas vidas, agentes da PSP utilizam-nas para matar as suas companheiras, e para se suicidarem, e a Polícia teima em não ter uma resposta adequada para os problemas psicológicos dos seus agentes.

A vida tem destas coisas, que se não fossem tão dramáticas, seriam uma grande ironia.

sábado, 10 de outubro de 2009

Parecer do Gabinete Jurídico da Associação Nacional de Guardas-Nocturnos

Interpretação da Portaria n.º 991/2009
«Com a promulgação da Portaria n.º 991/2009, de 8 de Setembro, cuja entrada imediata em vigor, veio proceder à regulamentação do Decreto -Lei n.º 114/2008, de 1 de Julho, viram, os profissionais que exercem a actividade de Guarda-Nocturno, cumpridas determinadas condições para o desempenho da profissão, tendentes a permitir uma resposta mais eficaz por parte de quem exerce esta actividade e, simultaneamente, esclarecida a questão que nos últimos tempos mais dúvidas tem suscitado neste sector, que é a da arma de serviço.

Efectivamente, vindo a lei geral regular unicamente a obtenção de licença de uso de arma de fogo, apenas no que concerne a arma de fogo própria e não no que diz respeito a arma de serviço e, encontrando-se definitivamente consignada no n.º 5 do Anexo II da refeida Portaria, o uso da pistola em serviço, com carácter permanente, deverá ser prontamente banida a interpretação que o uso da arma de fogo depende da obtenção da respectiva licença, e, consequentemente ser ordenada a entrega daquela a todos os profissionais do sector, no exercício da sua actividade.

Noutro sentido, somos da opinião de que, no n.º 2 do Anexo IV da Portaria, no que concerne a elementos identificadores, não deverá constar um identificador de serviço de urgência de cor laranja, a usar quando o guarda -nocturno se desloque em marcha de urgência, não só por razões de eventual confusão que poderá criar nos automobilistas, pois que, a cor amarela ou alaranjada encontra-se relacionada com veículos de marcha lenta, mas também porque, existindo similaridade entre as funções de Guarda-Nocturno e as funções desempenhadas pelas forças de segurança, nomeadamente pelo facto de aqueles utilizarem os seus veículos para autenticas funções de policiamento, limitadas pelas restrições impostas pela legislação em vigor, entendemos ser necessária e útil a utilização de serviço de urgência senão de cor azul, pelo menos de cor vermelha.»