segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Comentário de cidadão indignado com o ministro Rui Pereira, por este retirar armas aos guardas-nocturnos, foi o mais votado

«O ministro da Administração Interna afirmou esta quarta-feira que o seu ministério está "apostado" no esforço nacional de contenção de custos, mas escusou-se a revelar os cortes previstos ao abrigo da proposta de Orçamento do Estado (OE) para 2011.»




COMENTÁRIO MAIS VOTADO (da notícia em cima):

"Rua com esta cambada, só fazem asneiras...retiram armas aos Guardas-nocturnos quando a criminalidade está a crescer, entre outras situações. Não há orçamento, paciência, piores não ficamos de certeza."


in CM online, 27-10-2010

sábado, 23 de outubro de 2010

Faro já tem dois guardas-noturnos licenciados

«A Câmara de Faro anunciou hoje o licenciamento dos "dois primeiros guardas-noturnos" na cidade, decisão que disse servir para "reforçar a segurança de pessoas e bens" e tornar a capital algarvia "mais segura".



"Estes profissionais efetuam patrulhamento de proximidade e visibilidade, todos os dias do ano, no horário noturno, garantindo a segurança dos subscritores e dos seus bens, para dissuadir os indivíduos que, pela calada da noite, vagueiam pelas ruas com o intuito de fazerem o reconhecimento, para de seguida tentarem avançar para a prática de atos ilícitos", explicou a autarquia.

A câmara, que espera ver o número aumentar, disse ainda que "os guardas-nocturnos funcionarão em estreita articulação e colaboração com as forças de segurança da respetiva área e constituirão uma mais-valia para promover um clima de segurança essencial para o bem-estar dos cidadãos".

A cidade de Faro possui três juntas de freguesia e mais de 50 mil habitantes.»




quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Barreiro: Guardas Nocturnos no Alto do Seixalinho e Santo André

«Na reunião ordinária privada de 6 de Outubro, a Câmara Municipal do Barreiro aprovou a atribuição do serviço de Guardas-Nocturnos para as freguesias de Santo André e do Alto do Seixalinho.



Na sua sequência procedeu-se à informação do comandante da PSP – Polícia de Segurança Pública, com jurisdição nas referidas zonas.

Nas duas deliberações respeitantes a cada uma das freguesias foram abertos os procedimentos de selecção de dois Guardas-Nocturnos, respectivamente, para patrulhar as referidas áreas, de acordo com os critérios estabelecidos no Regulamento Municipal de Actividades Diversas.

Esta decisão tem em conta os artigos 1º, 2º,4º e seguintes. do D.L. 310/2002 e todo o conteúdo do D.L. 114/2008 e os artigos. 2 e seguintes do Regulamento Municipal onde se dispõe que a atribuição do serviço de Guarda-Nocturno em cada localidade do Concelho do Barreiro é da competência da Câmara Municipal do Barreiro mediante iniciativa, designadamente, das Juntas de Freguesia do Concelho.

Refira-se que a deliberação da CMB nº 683/2003 de 22-10-2003 cria o serviço de Guarda-Nocturno no Concelho do Barreiro em oito áreas de actividade coincidentes com as circunscrições das Freguesias.»


Imagem in Google

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Município de Odivelas vai ter mais 16 Guardas-Nocturnos


«Em reunião de Câmara ontem realizada, entre outros pontos de destaque, está o facto de que o município (de Odivelas) vai poder contar, em breve, com o reforço da segurança através da colocação de 16 Guardas-Nocturnos.»


in http://odivelas.com/, 30-9-2010

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Lei das Armas vai ser alterada


Na próxima sexta-feira vão ser debatidas, na Assembleia da República, duas propostas de alteração da Lei das Armas.
Uma do próprio Governo, e outra do grupo parlamentar do CDS-PP.
Não conheço em detalhe nenhuma das duas propostas de alteração.
Mas o facto de o próprio Governo sentir necessidade de propor alterações à Lei, pode ser um bom sinal para os Guardas-Nocturnos.

sábado, 21 de agosto de 2010

Correio do Minho: Associação Sócio-Profissional dos Guardas Noturnos pede rádios de comunicação e ligação ao SIRESP


«O presidente da Associação Sócio-Profissional dos Guardas Noturnos defendeu ontem a necessidade de estes profissionais serem equipados com rádios de comunicação e da sua ligação ao Sistema das Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP).

“O rádio está previsto na portaria que regulamenta o equipamento a ser usado pelos guardas noturnos, mas não existe, a não ser em algumas câmaras municipais, que investiram nisso”, disse à agência Lusa Carlos Tendeiro, considerando que a sua existência só faz sentido com a ligação ao SIRESP.

Carlos Tendeiro justificou a necessidade deste equipamento e da ligação ao SIRESP com o “trabalho de prevenção criminal e de apoio ao cidadão” que os guardas noturnos fazem.

“Muitas vezes somos os primeiros a chegar aos locais onde acontecem crimes”, declarou, acrescentando que aguardam uma resposta do Ministério da Administração Interna sobre estes pedidos.

O dirigente considerou ainda que se o guarda noturno que foi vítima de roubo e tentativa de homicídio na Marinha Grande, na madrugada de quarta feira, tivesse um rádio, “acionando este equipamento poderia ter mais rapidamente o apoio de colegas, das forças de segurança e um socorro mais rápido”.

O guarda noturno foi surpreendido por três homens na madrugada desse dia, quando saía do seu automóvel, anunciou a Polícia Judiciária (PJ), adiantando que os suspeitos -entretanto detidos - roubaram a sua arma e o casse- tête de serviço.

Segundo fonte do Departamento de Investigação Criminal de Leiria da PJ, os crimes ocorreram após o guarda noturno, que integra os órgãos sociais da associação, ter “repreendido o grupo junto de uma gasolineira e de uma área residencial por terem o som alto do rádio do carro”.

Antes de se colocarem em fuga, os três arguidos, com idades entre os 29 e 33 anos, agrediram o guarda noturno, tendo ainda disparado vários tiros com a arma deste, um dos quais atingiu, de raspão, o abdómen da vítima, que foi transportada para o hospital.

Segundo Carlos Tendeiro, não têm ocorrido situações como a da Marinha Grande e “as agressões a guardas noturnos são esporádicas”.

O presidente da Associação Sócio-Profissional dos Guardas Noturnos, que prometeu todo o apoio à vítima, defendeu também a existência de “proteção social que abranja indemnização à família de um guarda noturno morto em serviço”.

Por outro lado, o dirigente manifestou o desejo de que a atividade tenha tutela exclusiva do Ministério da Administração Interna e a “designação de guardas noturnos da PSP”, reclamando igualmente a formação prevista na legislação.

“Sermos ajuramentados” é outra proposta do presidente da associação, que exige ainda “isenção” para uso e porte de arma por parte dos guardas noturnos.»



Texto in Correio do Minho online, 20-8-2010

Guardas-nocturnos querem ter arma da PSP e ligação ao Siresp

Associação Sócio-Profissional de Guardas-Nocturnos quer que arma seja fornecida pelo Estado. Reclama ainda que guardas estejam munidos de rádio para emergências



Os guardas-nocturnos que calcorreiam as ruas já fazem o patrulhamento armados. Mas ainda não desistiram de voltar a usar a chamada "arma de serviço", que desde sempre foi distribuída pelas polícias e é mais eficaz para as missões que desempenham. E não desistem do rádio com ligação às forças policiais, através do Siresp - Sistema de Redes de Emergência e Segurança em Portugal.

A Associação Sócio-Profissional de Guardas-Nocturnos quer que a arma "volte a ser fornecida pelo Estado", conta o presidente. "Continuamos à espera de respostas do Ministério da Administração Interna para que a arma de serviço volte a ser fornecida pelo Estado", diz Carlos Tendeiro.

Em causa está a actual arma, de defesa, "com um calibre pequeno e para situações de defesa, quando anteriormente usávamos a mesma arma que as forças policiais", lamenta o dirigente. É que os guardas viram as polícias recusar a entrega de arma de serviço, facto que acontecia "desde 1925". E sempre estiveram "dispensados da licença de uso e porte de arma", situação que foi alterada no ano passado, quando os guardas-nocturnos ficaram sujeitos a "uma licença administrativa", salienta Carlos Tendeiro. A legislação obrigou ainda a que estes vigilantes frequentem "um curso para portadores de armas de fogo, o mesmo administrado aos civis".

O problema é que esse curso "é ministrado em Lisboa e não nos comandos distritais da PSP, o que atrasa a entrada em funções de novos elementos". Os novos guardas "não irão andar armados até frequentarem o curso, o que poderá demorar três a quatro meses". Uma questão "ultrapassável se a formação fosse administrada nos comandos distritais".

Mas há outro problema a preocupar os guardas-nocturnos. É que, em caso de emergência, "ao contrário do que diz a lei", não possuem um rádio que os ligue às polícias das zonas que patrulham.

A Portaria 991/09 "obriga o guarda-nocturno a dispor de um rádio com ligação directa às forças de segurança" e o dirigente lembra que a associação já solicitou a inclusão dos guardas-nocturnos no sistema Siresp, de comunicações. "Aguardamos resposta, pois em situação de risco, como a que aconteceu na Marinha Grande, uma comunicação rádio poderia ter evitado as agressões ou facilitado um socorro mais eficaz", afirma.

A profissão viu serem admitidos novos guardas-nocturnos na Amadora e em Loulé. Também em Quarteira, Almancil e Pinhal Novo houve "admissões" e em estudo está o alargamento do serviço ao Porto e Portimão, "onde já há bairros interessados nos nossos serviços", conclui o dirigente. Há cerca de 300 guardas em todo o País.

in DN online, 21-8-2010